
Então, como o primeiro post, falarei sobre viagens, principalmente se vale a pena ou não planejá-las.
- Compra de passagens antecipadas: realmente a compra de passagens antecipadamente pode gerar uma economia absurda, já que é possível encontrar algumas promoções bem atraentes. O problema é quando no dia, não se consegue chegar a tempo no aeroporto, ou então o check-in é fechado anteriormente ao previsto. Ai meu irmão, o bicho pega: para se transferir a passagem, paga-se uma taxa equivalente a 5 vezes o valor da promoção, e o que era atrativo, passa a ser seu pesadelo! Nessa hora desejamos ter pago o valor normal da passagem, já que a taxa de transferência não passaria de 5% do valor da mesma.
- Horário de embarque: hoje em dia, esse horário é somente um simples ponto de referência para que os passageiros não cheguem ao aeroporto as 13 hrs, quando o voo é as 22. O passageiro sabe o horário que deve chegar ao aeroporto, mas nunca sabe a hora que sairá do mesmo. Nessa minha saga para chegar em Minas, fiquei ate aliviado pelas minhas 2 horas de atraso no voo, já que no mesmo local, se encontravam companheiros de desespero que esperavam a nada menos que 8 horas para poderem embarcar e seguir para seus destinos.
- Bagagem de mão ou despacho de mala: faça com que tudo que necessite para a viagem caiba na sua bagagem de mão! Sei que é uma coisa meio que impossível, mas é a mais adequada se você não quer correr o risco de perder longos 50 minutos esperando que aquela esteira dê um sinal de vida, e que sua mala, venha toda pomposa e sorridente por ela. Com a bagagem de mão, não se correr o risco de acontecer o que foi retratado em um dos quadros do Rafinha Bastos (PROGRAMA CQC – BAND): extravio de seus pertences por terceiros no ato da aglomeração para reaver sua bagagem.
Criar uma expectativa sobre uma viagem é uma grande bobagem e perda de tempo. O bom mesmo é no dia que quiser viajar, passar no aeroporto ou rodoviária, comprar a passagem pro próximo horario, sair correndo para casa, pegar a mochila, tacar algumas peças de roupa, um sabonete, um desodorante e partir!
Assim, simples, sem muita expectativa, sem muita frustração. Porque se algo não correr bem, rimos do surto de loucura instantânea e ficamos com o sentimento de “tudo bem, afinal quem mandou não planejar ne?”, ao invés de ficarmos indignado por ter feito tudo direito e por incompetência dos outros, nossa tão querida viagem não sai do local de origem.
Opinião formada, opinião válida! Um abraço e até o próximo!
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